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Quintana & Advogados Direito do Trabalho Falar pelo WhatsApp

Porto Alegre · Menino Deus · Todo o RS

Advogado trabalhista em Porto Alegre

Do lado de quem trabalha

Você trabalhou. Nem tudo foi pago. Horas extras, verbas rescisórias, adicionais, assédio, trabalho sem registro — aqui você entende, em português claro, o que a lei garante no seu caso. E descobre o que ainda dá tempo de discutir.

Atuação exclusiva na defesa do trabalhador Sigilo profissional garantido por lei Atendimento presencial e on-line
José Quintana Jr., advogado trabalhista em Porto Alegre, no escritório Quintana & Advogados
José Quintana Jr.Advogado Direito do Trabalho
01 / Em 10 segundos

Toque no que aconteceu com você

Sem formulário. Sem digitar nada. Você toca, e a conversa já começa com o advogado sabendo do seu caso.

Toque em pelo menos um quadro

Seu resumo aparece aqui e vai junto na mensagem.

Falar com o advogado

Marcar aqui não abre processo e não gera compromisso. Cada caso depende de documentos, datas e provas — e precisa de análise individual.

02 / A conta que não fecha

De um lado, o seu trabalho.
Do outro, o que foi pago.

Quando os dois lados não batem, é disso que trata o Direito do Trabalho.

03 / Cada profissão tem a sua armadilha

O que costuma dar errado na sua área

A CLT é a mesma para todos, mas o que se perde no dia a dia muda conforme o ofício.

Bancários e financeiras

  • 7ª e 8ª horas
  • Cargo de confiança
  • Metas e assédio

Motoristas e entregadores

  • Tempo de espera
  • Periculosidade moto
  • Diárias e ajuda de custo

Profissionais da saúde

  • Insalubridade
  • Escala 12x36
  • Intervalo suprimido

Vendedores e comissionados

  • Estorno indevido
  • Prêmios
  • Reflexos em DSR

Vigilantes e segurança

  • Periculosidade 30%
  • Troca de uniforme
  • Escalas

Comerciários

  • Domingos e feriados
  • Banco de horas
  • Quebra de caixa

Terceirizados

  • Responsabilidade subsidiária
  • Isonomia
  • Calote da prestadora

PJ e “pejotizados”

  • Vínculo
  • Verbas do período
  • FGTS retroativo

Indústria e construção civil

  • Insalubridade
  • EPI
  • Acidente de trabalho

Trabalho externo e home office

  • Controle de jornada
  • Teletrabalho
  • Custos do home office

Empregados domésticos

  • LC 150/2015
  • FGTS
  • Jornada e ponto

Servidores celetistas e estatais

  • Plano de cargos
  • Adicionais
  • Dispensa motivada
04 / Prescrição

O relógio que ninguém te mostra

Direito trabalhista não espera para sempre. A Constituição fixa dois prazos — e muita gente descobre tarde demais.

2 anos

Para ajuizar a ação depois do fim do contrato

Encerrado o contrato, começam a contar dois anos para entrar com a ação. Depois disso, em regra o contrato não é mais discutido na Justiça do Trabalho.

Art. 7º, XXIX, da Constituição Federal
5 anos

De alcance para trás, a partir da ação

Mesmo dentro do prazo, só se cobra o que aconteceu nos cinco anos anteriores à ação. O que é mais antigo prescreve — some da conta, mesmo sendo devido.

Art. 7º, XXIX, da Constituição Federal

Como os dois prazos se somam na prática

← mais antigohoje →

Ainda empregado? Os cinco anos correm para trás a partir de hoje: cada mês que passa, um mês antigo sai da conta pelo outro lado.

05 / Como funciona o atendimento

Do primeiro “oi” até a sentença

Sem juridiquês e sem surpresa. Você sempre sabe em que etapa o seu caso está.

Você conta o que aconteceu

Pelo WhatsApp, no seu tempo. Áudio, foto de documento ou texto — do jeito que der.

Reunimos os documentos

Holerites, carteira, termo de rescisão, extrato do FGTS, cartão-ponto, conversas de trabalho.

Análise e estratégia

Uma leitura honesta: o que tem base, o que é frágil e o que depende de prova. Honorários combinados por escrito antes de qualquer providência.

Ação e acompanhamento

Petição, audiências, perícia, recursos e execução. Você é avisado de cada movimento.

Atendimento no escritório Quintana & Advogados, em Porto Alegre
Separe, se tiver
  • Carteira de trabalho (física ou digital)
  • Últimos holerites e o termo de rescisão
  • Extrato analítico do FGTS
  • Cartão-ponto ou registros de jornada
  • Conversas de trabalho (WhatsApp, e-mail, grupo da equipe)
  • Nome e contato de quem trabalhou com você
José Quintana Jr., advogado responsável pelo escritório Quintana & Advogados
06 / Quem vai cuidar do seu caso

José Quintana Jr.

Atuação em Direito do Trabalho com foco na defesa de quem trabalha: horas extras, adicionais, verbas rescisórias, reconhecimento de vínculo, assédio e acidente de trabalho.

O atendimento é direto com o advogado. Quem lê o seu caso é quem conversa com você e quem vai à audiência.

OAB/RS nº [EDITAR: número de inscrição]

Direito do Trabalho Direito Civil Direito Bancário Direito de Família Direito do Consumidor
07 / Perguntas frequentes

As dúvidas que chegam primeiro

Dois anos contados do fim do contrato de trabalho para ajuizar a ação. Dentro dela, só é possível cobrar o que ocorreu nos cinco anos anteriores ao ajuizamento. Os dois prazos estão no art. 7º, XXIX, da Constituição Federal e correm ao mesmo tempo. Quem ainda está empregado não tem o prazo de dois anos correndo, mas perde mês a mês a ponta mais antiga dos cinco anos.

Sim. Não existe proibição legal de reclamar direitos enquanto o contrato está em vigor, e demitir alguém por ter ajuizado ação é conduta discriminatória que pode ser discutida judicialmente. Na prática, porém, é uma decisão que envolve o seu contexto — e é exatamente o tipo de ponto que precisa ser conversado caso a caso antes de qualquer providência.

Os honorários do advogado são combinados por escrito, em contrato, antes de qualquer providência — sem surpresa depois. Quem comprova insuficiência de recursos pode ter os benefícios da justiça gratuita (art. 790, §§ 3º e 4º, da CLT). Também existe, desde a Lei 13.467/2017, a possibilidade de honorários de sucumbência para a parte que perde pedidos, o que faz parte da análise de risco apresentada a você antes de decidir entrar com a ação.

Testemunha ajuda muito, mas não é o único caminho. Cartão-ponto, e-mails, escalas, mensagens de grupo de trabalho, registros de acesso ao sistema e até o próprio comportamento processual da empresa entram na análise. Em empresas com mais de 20 empregados, a ausência ou a irregularidade dos controles de jornada tem efeito próprio em juízo (Súmula 338 do TST).

Pode ter. O que define uma relação de emprego é a realidade do dia a dia, não o nome do contrato: pessoalidade, habitualidade, subordinação e onerosidade (arts. 2º e 3º da CLT). Se você cumpria horário, respondia a um superior, tinha meta e não podia mandar outra pessoa no seu lugar, há base para discutir o vínculo — e, com ele, as verbas de todo o período.

Não necessariamente. Pedir demissão não apaga o que já era devido durante o contrato — horas extras, adicionais, diferenças salariais, FGTS não depositado, danos morais. E, se a saída foi provocada por falta grave do empregador (atraso de salário, assédio, exigência de tarefa ilegal, descumprimento do contrato), é possível discutir a rescisão indireta do art. 483 da CLT, com os mesmos efeitos de uma dispensa sem justa causa.

Na maioria dos casos, sim. A assinatura do termo de rescisão em regra dá quitação apenas dos valores ali discriminados, e não de todo o contrato. Situações diferentes acontecem quando houve acordo homologado em juízo ou termo firmado em comissão de conciliação com quitação ampla — por isso é importante mostrar o documento que você assinou antes de concluir qualquer coisa.

Depende da vara, da complexidade, da necessidade de perícia e dos recursos apresentados pelas partes. Casos simples com acordo na primeira audiência se resolvem em poucos meses; casos com perícia técnica e recursos podem levar anos. Nenhum advogado consegue — nem pode — garantir prazo ou resultado. O que dá para fazer é te manter informado de cada etapa e explicar o que está em jogo em cada decisão.

Adianta. Boa parte dos documentos está em poder da empresa e pode ser exigida no processo; extratos de FGTS e dados de vínculo podem ser obtidos por outros caminhos; e a carteira de trabalho digital reúne bastante informação. O ideal é levar o que você tem — mesmo que seja pouco — para que a análise parta de fatos concretos.

Sim. O escritório fica no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, e atende presencialmente a capital e a Região Metropolitana. Para o interior do Rio Grande do Sul e para outros estados, o atendimento é feito de forma remota, por WhatsApp e videoconferência, com envio digital de documentos.

Pode ter. A entrega do equipamento, sozinha, não resolve: é preciso que o EPI seja adequado ao agente, esteja em bom estado, tenha certificado de aprovação, seja trocado periodicamente e que haja treinamento e fiscalização do uso. Se o equipamento não neutraliza efetivamente o agente nocivo, o adicional continua devido — e quem verifica isso no processo é o perito.

Sim. O sigilo profissional é dever legal e ético do advogado, previsto no Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/1994) e no Código de Ética e Disciplina da OAB, e vale mesmo que você decida, depois da conversa, não contratar nenhum serviço.

08 / Onde estamos

Menino Deus, Porto Alegre

Escritório físico na capital, com agendamento — e atendimento on-line para quem está longe.

Quintana & Advogados

  • EndereçoRua Botafogo, 1212 — sala 1202
    Menino Deus, Porto Alegre — RS
  • Telefone e WhatsApp(55) 99147-8374
  • E-mailquintanaeadvogados@gmail.com
  • HorárioSegunda a sexta, das 9h às 18h
    Atendimento presencial com agendamento prévio
Atendimento presencial

Porto Alegre e Região Metropolitana — Menino Deus, Centro Histórico, Praia de Belas, Cidade Baixa, Azenha, Santana, Bom Fim, Moinhos de Vento, Petrópolis, Partenon, Zona Norte e Zona Sul; Canoas, Viamão, Alvorada, Gravataí, Cachoeirinha, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Guaíba.

Atendimento on-line

Interior do Rio Grande do Sul — Caxias do Sul, Pelotas, Santa Maria, Passo Fundo, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Bento Gonçalves, Uruguaiana, Bagé e demais municípios — e todo o território nacional, por WhatsApp e videoconferência.

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José Quintana Jr. no escritório em Porto Alegre, com a cidade ao fundo

Prescrição em curso

A conversa leva minutos.
O prazo da lei não volta atrás.

Conte o que aconteceu pelo WhatsApp. Você recebe uma leitura honesta do seu caso e decide a partir daí.

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